Cauã Reymond recebe o carinho da mãe, em pré-estreia carioca
“Agora tenho mais compaixão com o cara que faz cinco pautas por noite, e não tem tempo de elaborar nem mesmo as perguntas. Vai falar com você sobre seu filme sem ao menos tê-lo visto. Adquiri um ponto de vista diferente do trabalho”, disse ele.
No longa, o personagem bebe e fuma, características que Cauã teve que aprender para compô-lo. Para ele, não foi tarefa das mais difíceis.
“O filme me enriqueceu como ator, consegui encontrar outras ferramentas de trabalho. Precisei fumar, tive até sinusite durante o filme. Mas, logo que as filmagens encerraram, parei de fumar. Toda a vontade que eu tinha de fumar, acabou junto com o filme. Não tinha o costume de beber, mas vimos que era o momento bacana de aprender a beber uísque e vodca”, destacou.
Satisfeito com o trabalho, ele elogiou o fato de ter fugido do esteriótipo de galã, já que o personagem desvirtua para o mundo do crime.
“Fazer um vilão é sempre mais charmoso. É bom fugir do estereótipo de galã”, afirmou.
Acompanhado pela mãe – que de início fez de tudo para evitar flashes e ficou todo o tempo numa livraria –, Cauã contou que Grazi estava em São Paulo, a trabalho.
Guilhermina Guinle, Vitória Frate, Otávio Muller, Nicola Siri, Júlia Faria, Tiago Rodrigues e Cristiane Dias, entre outros, conferiram a estreia.
Além de Cauã, do elenco de Se Nada Mais Der Certo, estiveram no Artplex as atrizes Caroline Abras e Luiza Mariani.
