O escolhido foi um Land Rover Defender


Cauã Reymond precisava de um carro espaçoso para poder levar a prancha de surfe

Fonte: Ego

Ele tenta se livrar do estigma de bonitão das novelas e mostra todo seu talento como ator no premiado filme Se Nada Mais Der Certo

Cauã Reymond, 29 anos, ex-modelo, astro global, visto pelas meninas como o homem ideal... Os elogios podem encher uma página, mas Cauã está tentando deixar de lado o pesado estigma de galã e adquirir uma nova qualidade para a lista: a de ator respeitado. A chance chegou com Se Nada Mais Der Certo, de José Eduardo Belmonte, 39. No papel de Léo, um jornalista decadente, Cauã deixou o surfe de lado, se mudou para São Paulo e precisou aprender a fumar. A recompensa? Prêmios de Melhor Ator em festivais nacionais e internacionais.

Como foi ficar longe do Rio?
Foi difícil. Eu fiquei com saudade do Rio, mas já tinha morado em São Paulo quando era modelo. É uma cidade maravilhosa. Não consegui aproveitar muito, porque filmamos de madrugada e, em vários momentos, eu acordava muito tarde e já ia para a filmagem de novo.

Você tem projetos de carreira internacional?
Não, quero me consolidar no mercado brasileiro, trabalhando cada vez mais por aqui, e ter a possibilidade de cada vez mais filmar com diretores diferentes. No Brasil, tem gente bacana com quem eu gostaria de trabalhar.

Quem?
Eu gostaria de voltar a filmar com o Heitor Dhalia e sonho em ser dirigido pelo Selton Mello. Ele é o cara e o melhor ator do Brasil!

Do que você gosta no cinema?
É uma arte que te possibilita interpretar personagens diferentes de uma novela, porque eles nem sempre falam com o grande público. Eu adoro fazer televisão e acho que tem papéis interessantes, que atraem a maioria das pessoas, mas eu sinto vontade de fazer coisas que falam com públicos menores.

Como você escolhe os papéis?
Quando você está no começo de carreira, não dá para escolher. Você aceita. Eu procuro coisas e cores diferentes como ator. Quero personagens que me desafiem de uma forma que eu possa sair do óbvio.

O que o Léo tem de diferente?
Acho que tudo. Desde a mudança completa das coisas que fazem ele ser a pessoa que é. É completamente diferente de mim.

É uma preocupação sua quebrar o estigma de galã?
Não me preocupo com isso. Um personagem é muito mais rico do que a estética dele. No filme, eu acho que não tenho nada de galã.

Você ainda não protagonizou nenhuma novela. Acha que falta isso em sua carreira?
Não, acho que existe um lance de amadurecer. Eu posso ter 29 anos, mas, quando estou sem barba, aparento ser mais novo. São coisas que acontecem naturalmente. Fiz personagens que tiveram uma força dramática dentro das histórias, que independe do título que ele recebe.

Fonte: Almanaque da TV

Em 'Se nada mais der certo', ele teve sinusite por precisar fumar

Para viver o jornalista Léo, do filme “Se nada mais der certo”, Cauã Reymond precisou desestruturar seus conceitos de vida. O ator de 29 anos foi obrigado a aprender a fumar cigarro, parou de se exercitar e tomou o segundo porre alcoólico de sua vida. Esse processo durou os três meses da filmagem do longa do diretor José Eduardo Belmonte, em São Paulo.

A ideia de acabar com a imagem saudável do ator carioca e surfista foi de Belmonte. Cauã lembra que antes de começar a fumar para dar vida ao jornalista Léo, ele estava com o diretor na rua Augusta, na capital paulista. José Eduardo fumava um cigarro de palha e ele o tragou.

“Era muito forte. Resolvi então fumar cigarro comum. Confesso que não me fazia bem. Sentia tontura. Foram só três meses fumando, mas acredita que mesmo depois de ter parado, ainda sinto falta do hábito do cigarro? Como ficar com um na mão, por exemplo. São códigos do fumante que ficaram incorporados em mim”, diz Cauã.

Não foi só a tontura que ele sentiu por causa do cigarro. Como sofre de rinite alérgica, Cauã teve sinusite e precisou fazer nebulização diariamente.

“Eu parecia um hipocondríaco. No meu quarto do hotel, em São Paulo, tinha um monte de remédios e aparelho de nebulizador”, lembra.

Bebedeira

Nesse tempo de experimentos, ele também foi obrigado a aprender a beber. Durante a adolescência, quando normalmente os jovens tomam seus primeiros porres na vida, Cauã era atleta. Tinha que dormir e acordar cedo para treinar jiu-jitsu, e sua primeira bebedeira só aconteceu bem mais tarde. Porém, foi também para “Se nada mais der certo” que seu corpo recordou os efeitos provocados pelo excesso do álcool.

“Tive que beber vodka, uísque... Como só bebo vinho em casa por causa da Lei Seca, desconhecia que o estômago precisava estar cheio para ingerir bebida alcoólica. No dia dos destilados, fiquei bêbado, passei mal, foi terrível”, conta.

Qual foi a lição que Cauã Reymond tirou disso tudo?

“Quebrei certos mitos e descobri que há certas coisas na vida que realmente eu não quero fazer”.
Fonte: Ego

Cauã Reymond promove encontro à la 'turma do Bolinha'

Alguns aproveitam a praia nesta sexta-feira (28), outros preferem encontrar os amigos. Cauã Reymond escolheu a segunda opção. O ator foi flagrado no Restaurante Togu, no Leblon, zona sul do Rio. O bonitão parecia bem feliz por poder compartilhar de sua 'tchurma', para papear e dar boas risadas.


Fonte: O Fuxico

O ator esteve em restaurante do Leblon nesta sexta-feira, 28

Cauã Reymond aproveitou o começo do fim de semana para almoçar com amigos nesta sexta-feira, 28. Sem a namorada, a atriz Grazi Massafera, ele foi a um restaurante do Leblon, Zona Sul do Rio.

Cauã Reymond almoça com amigo

Cauã comprimenta fãs ao deixar o restaurante

Fonte: Ego


desfile_07

desfile_07


Cauã Reymond abriu o desfile Hair Fashion Show, evento que reuniu três famosos cabeleireiros, Alê de Souza, Max Weber e Wanderley Nunes, no Jockey Clube de São Paulo, nessa quarta-feira (26/8/2009), na capital. O bonitão não inovou nos cabelos, entrou de terno e acompanhado por duas modelos, ao som de trilhas do 007. 

O evento ainda contou com a presença de Thiago Rodrigues, Raica Oliveira, Guilhermina Guinle e Daniella Sarahyba. Wanessa, Luciana Mello e Fernanda Porto fecharam a noite com um show.

Assista um trecho do desfile:





Cauã Reymond colhe elogios e prêmios por sua atuação no cinema em Se Nada Mais Der Certo, e diz que, se decidisse casar oficialmente com Grazi Massafera, com quem divide há três meses um lar com quatro cachorros, faria uma cerimônia no estilo de O Poderoso Chefão

Terno risca de giz Ermenegildo Zegna para Alberto Gentleman, camisa de tricoline branca Empório Armani e cinto de couro VR

Agosto de 2008: Cauã Reymond dá uma entrevista para a edição de aniversário de Gente, na qual ele foi escolhido o homem mais sexy daquele ano. Com um sorriso doce, quase tímido, fala da namorada, a atriz Grazi Massafera. Conta que os dois moram em casas separadas, mas dormem juntos todas as noites. Revela que é para ela, que escreve poesias e diz que com Grazi se casaria e teria filhos.

Fala dos hábitos simples do casal como andar de bicicleta pela orla carioca e comer chocolate. Mas, naquele momento, sua energia está voltada para o filme Se Nada Mais Der Certo, que acabara de rodar. Chega a interromper o bate-papo para mostrar no laptop, orgulhoso, o trailer do longa de José Eduardo Belmonte, protagonizado e coproduzido por ele. A excitação do ator com o novo trabalho não era descabida e sim uma de intuição que tudo daria certo.

''Teve uma epóca em que eu achei que não seria ator premiado. Por insegurança, juventude, falta de autoestima. Não sabia se meu trabalho era bom ou ruim''


18 de Agosto de 2009, terça-feira: um ano depois, voltamos a nos encontrar. tudo deu certo para Cauã. ele e grazi compraram uma casa no itanhangá, no Rio, para morar juntos e continuam com os mesmos hábitos simples. As pedaladas, no entanto, são menos frequentes; o casal tem preferido ir à praia da Macumba. ele, para surfar; ela, para assisti-lo deslizar sobre as ondas e colocar a leitura e o bronzeado em dia. os dois também têm novas companhias.

Quatro cachorros - três da raça golden retriever e uma pug - agitam o novo lar do casal, que ganhou uma coleção de troféus. por causa do papel do jornalista fracassado léo, que se envereda para o crime, Cauã adicionou à estante três prêmios de melhor ator de cinema entregues nos festivais de Miami, de los Angeles e do Ceará. sem falar em todos os outros troféus que o longa abocanhou. "É um projeto que abracei completamente. não ficava só preocupado com a minha premiação. no Festival do Rio, a gente ganhou como melhor filme, o Zé (Belmonte) levou melhor roteiro, a Carol (Caroline Abras), melhor atriz.

Quando eu ganhava, pensava: pô, isso é um extra." entre tantas homenagens, Cauã revela que o maior de todos os prêmios que recebeu foi o primeiro, no final do ano passado, dado pelo jornal carioca Extra por sua interpretação na novela A Favorita como Halley. Foi o que o deixou mais emocionado. "teve uma epóca em que eu achei que seria um ator que nunca fosse ganhar um prêmio. por insegurança, juventude, falta de autoestima. não sabia se meu trabalho era bom ou ruim. eu não tinha ainda critério sobre a minha forma de atuar, mas sabia que muita gente gostava e, por isso, eu continuava trabalhando", diz o ex-modelo e bicampeão brasileiro de jiu-jítsu de 29 anos de idade, nove dos quais dedicados à atuação.

Apesar de todos os troféus e o elogio público do ator selton Mello a ele, no programa de Marília gabriela, que o deixou "muito feliz", faltava mais um aval para Cauã acreditar que seu primeiro protagonista nas telonas realmente tinha dado certo: a temida crítica impressa. Um dia antes do filme estrear em circuito nacional, o ator, nervoso, acordou mais cedo do que o costume e correu para a porta de casa para buscar O Globo.

Lembrou-se que ainda era quinta-feira e a resenha só sairia no dia seguinte. Às 7h da sexta-feira, ele já estava "fritando" na cama e às 8h comemorava com o jornal na mão a boa repercussão. Dividiu a emoção com Grazi até às 10h, quando finalmente ligou para José Eduardo Belmonte para dar a notícia. "Aí relaxei, me senti com o dever cumprido e por alguns dias tive a sensação de férias."


''É legal trabalhar com quem você admira e depois estar ali do seu lado pegando onda. Surfamos juntos várias vezes. Ele fala português, é supercarismático, ótimo ator''
Cauã, sobre dividir o set com Vincent Cassel

Terno preto Reserva e cinto FREDY PERRY para Avec Nuance

Camisa de smoking Diesel, cinto FREDY PERRY para Avec Nuance e calça de alfaiataria Eduardo Guinle

''Essa história de castelo é uma fantasia. Se eu fosse fazer um casamento, gostaria de fazer à la O Poderoso Chefão, algo bem para cima. Mas eu me considero casado''
sobre recente notícia de que ele e Grazi se casariam no mesmo castelo em que Deborah Secco se casou em Itaipava (RJ)


Férias de verdade, como ele planejava com a namorada assim que os dois acabassem suas respectivas novelas, ainda não aconteceram este ano. Numa sexta-feira despediu-se do Halley de A Favorita e às 5h do domingo dedicava-se ao novo filme de Jorge Durán, Não Se Pode Viver Sem Amor. Logo em seguida, após um encontro com Selton Mello num voo, surgiu a oportunidade de fazer parte do elenco do filme Reis e Ratos, de Mauro Lima. "Eu tenho um lema, se o projeto é bom, estou dentro.

Não interessa se vai ser visto por um milhão de pessoas ou não, eu quero poder fazer parte daquele grupo." Viagens para divulgar as produções e participar de festivais no Brasil, Estados Unidos e França ocuparam a agenda do ator. Mas depois de Cannes, onde foi representar o longa À Deriva, de Heitor Dhalia, ele conseguiu um dia e meio de relax na Côte D'Azur com Grazi. Descanso curto, mas merecido, após a emoção de atravessar com a namorada o tapete vermelho do mais importante festival de cinema do mundo.

"Estava toda a equipe abraçada no tapete vermelho e eu achava que a gente não iria aparecer nas fotos porque só estavam fotografando e gritando pelo Vincent Cassel. Dentro daquele universo, eu não represento muito. Então, quebrei o protocolo, saí e fui buscar a Grazi. Não iria deixar a minha mulher entrar sozinha." Aquele lindo casal chamou a atenção dos fotógrafos e suas imagens estavam em todas as agências internacionais de fotos. Mas sempre em movimento, Cauã e Grazi não pararam em frente às câmeras. "Pediram para a gente parar e posar, mas fiquei com medo de parecer que eu queria parecer, e disse: vamos andar, amor", diverte-se o ator.

Além da grandiosa experiêcia em Cannes, À Deriva também deu a Cauã a oportunidade de conhecer o ator francês Vincent Cassel durante as gravações em Búzios (RJ). "É legal trabalhar com quem você admira e depois estar ali do seu lado pegando onda. Surfamos juntos várias vezes. Ele fala português, é supercarismático, ótimo ator. Eu e a Grazi tínhamos acabado de ver Eastern Promises (Senhores do Crime), e ficamos apaixonados pelo trabalho dele." Mas é com o ator espanhol Javier Bardem que Cauã sonha mesmo em contracenar.

Quem sabe um dia ele não faz como Cassel e vem filmar no Brasil? Apesar do inglês fluente que adquiriu quando morou em Nova York, na época em que ainda lutava jiu-jítsu e estudava dramaturgia, a prioridade, hoje, de Cauã é estabelecer sua carreira no País antes de alçar voos internacionais. "Hoje em dia posso receber convites de pessoas com quem eu sempre tive vontade de trabalhar no Brasil. Por que eu sairia daqui agora? " Os convites não cessam.

Em setembro, o ator volta aos sets de filmagem. Para conseguir manter os pés bem fincados no chão diante de tanto sucesso, Cauã é adepto de sessões de análise, que voltou a fazer recentemente. "O processo da análise é verborrágico e ajuda a me encontar no meio do caos", diz. Enquanto isso, adia mais um pouco as férias com Grazi, que logo começa a se dedicar à novela Bom Dia, Frankenstein. Juntos há quase três anos, ele diz que não faz planos de oficiliazar a união e diverte-se com uma notícia publicada de que a cerimônia estaria marcada num castelo em Itaipava (RJ), o mesmo onde Deborah Secco se casou em maio.
"Essa história de castelo é uma fantasia. Se eu fosse fazer um casamento, gostaria de fazer à la O Poderoso Chefão, algo bem para cima. Mas eu me considero casado, temos uma relação de respeito", diz ele, antes de tomar a canja que estava esfriando em cima da cama do apartamento 1.109 de um hotel próximo à Avenida Paulista, em São Paulo. Incansável, naquela noite ele participaria de um debate ao lado do cineasta Fernando Meirelles.

''Pediram para a gente parar e posar, mas fiquei com medo de querer aparecer, e disse para a Grazi: vamos andar, amor''
Cauã, sobre o sucesso no tapete vermelho, em Cannes

Direção criativa adriano damas (damas desing) STYLING ALÊ DUPRAT (ABÁMGT) PRODUÇÃO DE MODA MELINA LINS MAKE-HAIR ALÊ DE SOUZA (OFFICE COMM) ASSISTENTE DE FOTOGRAFIA FELIPE RODRIGUES

Fonte: Isto É Gente

O ator se exercitou nas areias de Ipanema nesta quarta-feira, 26

Cauã Reymond não se importou com o tempo chuvoso que faz no Rio nesta quarta-feira, 26. O ator correu nas areias da praia de Ipanema, Zona Sul do Rio. Agasalhado, ele se exercitou sozinho e não se importou em parar para tirar fotos com fãs.

Cauã mantém a forma com corrida na areia



Cauã posa para foto com fã

Fonte: Ego

São Paulo terá seu 007 por um dia. Estrela do desfile do cabelereiro Alê de Souza, Cauã Reymond irá personificar o agente mais famoso do cinema, James Bond, no Hair Fashion Show, amanhã, 26, no Jockey Clube de São Paulo. Ao lado do ator estarão as atrizes Deborah Secco, Sheron Menezes e a cantora Wanessa Camargo, todas dando vida as famosas Bond Girls.


Fonte: VertigoPop

Moderador fala para a plateia: O ator Cauã Reymond interpreta Léo, um jornalista falido que, quase sem perceber, se envolve numa vida criminosa. No bate-papo, ele conversa com você sobre o filme 'Se nada mais der certo'. Mande agora suas perguntas!

Moderador apresenta a mensagem enviada por Reinaldo_oliveira: Como foi trabalhar no filme de José Eduardo Belmonte? Como você recebeu o convite?
Cauã Reymond responde para Reinaldo_oliveira: Recebi o convite através de outro filme que tinha feito. O Zé já vinha trabalhando com uma atriz, que é minha amiga. Quando ele viu o "Falsa Loira", viu meu trabalho e estava procurando alguém com meu perfil. Trabalhar com o Belmonte é uma das melhores experiências que um ator pode ter atualmente. É um cara que propôs coisas novas. Ele propôs que eu morasse em São Paulo e começasse a beber e fumar. Mas, é claro, só durante a construção do personagem. Parei de fazer exercício também. Todas as pessoas que participaram do filme também participaram dessa forma de construção de personagem. O Zé trabalha muito a energia do texto para que você possa reproduzí-lo. Ele tem um processo de composição de cenas que te abre espaço para improvisação. Para deixar claro, a improvisação tem um começo, meio e fim. Ele te dá a possibilidade de mudar o texto, mas dentro de um limite.

Moderador apresenta a mensagem enviada por Carla_sims: Foi difícil viver um jornalista? Como você se preparou para esse personagem?
Cauã Reymond responde para Carla_sims: A preparação eu acabei de falar. Mas fazer um jornalista é difícil. O Leo era um jornalista frustrado. Muitos jornalistas que saem da faculdade querem fazer política ou ser correspondente internacionais. Quando comecei a compor o personagem, perguntava para jornalistas sobre a realidade deles.

Moderador apresenta a mensagem enviada por Viviane_souza: Belmonte privilegia os atores em seu filme. Isso ajuda o trabalho de vocês? Ou coloca um peso maior em cima o ator?
Cauã Reymond responde para Viviane_souza: Os dois. Acho importante o ator receber um peso para que chegue aonde quer chegar.

Moderador apresenta a mensagem enviada por Ricardo-pontes: O filme foi vencedor do Festival do Rio de Janeiro entre outros prêmios. Você esperava por tantas premiações?
Cauã Reymond responde para Ricardo-pontes: Não, mas fico muito feliz.

Moderador apresenta a mensagem enviada por Paula_Menezes: A estética do filme coloca em evidência os personagens da trama. Ou seja, há uma proximidade com a câmera. Isso atrapalha na hora de atuar?
Cauã Reymond responde para Paula_Menezes: Durante o processo dos ensaios, o Belmonte ficava muito próximo da gente. Então automaticamente você ficava ciente de que havia alguém ali, mas também concentrado. Nos "art house movies" você trabalha muitas vezes no meio da rua.

Moderador apresenta a mensagem enviada por Juliana_siqueira: É verdade que você teve que fumar para o filme e depois teve dificuldade de largar o cigarro?
Cauã Reymond responde para Juliana_siqueira: Senti falta do ritual de fumar. É engraçado quando você começa a entender os códigos dos fumantes.

Moderador apresenta a mensagem enviada por Xande_alcantara: Como foi trabalhar com João Miguel, Luiza Mariani e Caroline Abras?
Cauã Reymond responde para Xande_alcantara: Foi ótimo. Uma das coisas mais interessantes da escolha do elenco foi que o Zé pegou pessoas de escolas diferentes de atuação. Eu vinha mais da televisão, enquanto outros vinham do teatro, por exemplo. O processo foi muito enriquecedor.

Moderador apresenta a mensagem enviada por Cristiano_carvalho: A criminalidade é uma opção ou uma necessidade para Leo?
Cauã Reymond responde para Cristiano_carvalho: Acho que é uma fraqueza. Quando a pessoa se toca que ela mora numa metrópole e que ninguém vai tomar conta dela, acho que às vezes vira uma fraqueza e, consequentemente, uma opção. Acho que a criminalidade não é uma opção boa, mas o Leo é um fracassado. Ele foi buscar adrenalina num lugar que não é bacana.

Moderador apresenta a mensagem enviada por Jorge_Amaral: Cauã, quanto tempo demorou para gravar o filme?
Cauã Reymond responde para Jorge_Amaral: O processo de ensaio foi de mais ou menos um mês. As filmagens demoraram uns três meses. Tenho muito orgulho do que construímos.

Moderador apresenta a mensagem enviada por Fabiana_Lima: O Leo se sente responsável por Ângela e o filho dela. Isso, de certa forma, o motiva para o golpe?
Cauã Reymond responde para Fabiana_Lima: Não. Não acho que motiva. Acho que pode servir como desculpa - uma das desculpas. Ele não só pensou nisso, mas também em outras coisas.

Moderador apresenta a mensagem enviada por Daniel_fontes: O filme é também político, né?
Cauã Reymond responde para Daniel_fontes: Concordo. Todo filme que fala sobre um cidadão, de certa forma é político.

Moderador apresenta a mensagem enviada por Joice: Oi caua sou a joice falo d caruaru pernambuco e gostaria de saber qual dos seus trabalhos vc mais gostou de fazer?e por que?
Cauã Reymond responde para Joice: Leo e Halley foram os mais difíceis.

Cauã Reymond fala para a plateia: O universo é muito rico dentro da cabeça de um ator. Você trabalha muito com a imaginação. É maravilhoso entrar num universo que não é o seu. Se você fizer um gay, você não vira gay, mas entende ele.

Moderador apresenta a mensagem enviada por edilane: io caua tudo bom me chamo edilane e moro em simoes filho na baia gostaria de saber como e sua comvivencia com as suas fans ?
Cauã Reymond responde para edilane: Muito boa, graças a Deus.

Moderador apresenta a mensagem enviada por GABRIELA: CAUÃ, MUDANDO UM POUCO DE ASSUNTO, VC GOSTA DE MEXER NA INTERNET? ORKUT, MSN, ESSAS COISAS?
Cauã Reymond responde para GABRIELA: Minha relação com a internet é pequena, mas estou melhorando!

Moderador apresenta a mensagem enviada por kleide: CAUÃ, O Q ELE FAZ P FICAR TAO BONITO/ SALVADOR-BA
Cauã Reymond responde para kleide: Que isso! Não me acho tão bonito assim não. Para se sentir bonito, acho que é preciso se cuidar. Não só da saúde física, mas também da cabeça.

Moderador apresenta a mensagem enviada por ViviCiodaro: O que você tira da vida dopersonagem para você, no seu dia? Você consegue fazer esse link? Parabéns pelos seus trabalhos, que são ótimos.
Cauã Reymond responde para ViviCiodaro: Obrigado. A gente tira muita coisa. Quando você conhece um universo que não é o seu, vê coisas com as quais você não concorda. Mas você não precisa concordar com aquele mundo, e sim reproduzí-lo.

Moderador apresenta a mensagem enviada por daniela: oi cauã vc gosta mais de atuar em novelas ou fazer filmes?bj dani
Cauã Reymond responde para daniela: Gosto de tudo. Um dos personagens mais difíceis que fiz foi o Edu, de uma peça. Foi bem legal.

Moderador apresenta a mensagem enviada por Mariana_marques: O filme expõe um mundo sem identidade. Você acredita que essa seja a realidade?
Cauã Reymond responde para Mariana_marques: Não sei, fico pensando nisso. Estava pensando hoje que o mundo não é sem identidade, mas que criamos novos códigos. Estabelecemos novas formas de relacionamento entre as pessoas. No caso da sexualidade, você tem o hétero, gay, bi e pessoas que experimentam. Não é que o mundo não tenha identidade, e sim muitas identidades. Hoje vi um cara na praia. Ele estava na ciclovia com uma bicicleta com um motor. Qual a função disso? (risos) O gostoso de andar de bicicleta é o exercício. Não era mais fácil comprar uma moto? Mas respeitei a decisão do cara. Acho que não precisamos discordar de tudo. Temos coisas importante para se pensar. Fico me perguntando que escolhas devo tomar para tornar minha vida melhor.

Moderador apresenta a mensagem enviada por Bruno_mOURA: No trailer do filme você fala uma frase que eu acho que marca a história. Você diz que as pessoas não são criadas para roubas, mas também não são para serem roubadas. Você concorda?
Cauã Reymond responde para Bruno_mOURA: Concordo. Depois que fizemos o filme, fomos gravar os offs. O Zé pega um assunto e pede para a gente dissertar. Essa frase veio na minha cabeça, não estava no texto. Depois que eu falei, pensei: "Caramba, isso é verdade".

Moderador apresenta a mensagem enviada por Patricia_campos: O filme retrata uma crise da juventude. O jovens se identificam com o filme?
Cauã Reymond responde para Patricia_campos: Tive feedback de muita gente nos festivais. Estrangeiros se identificaram muito. Muitos brasileiros vão morar lá fora em busca de uma vida melhor. Vi muita gente emocionada. Se identificaram com o fato de estarem dentro de uma metrópole, isolados. Fiquei três anos fora do Brasil, em Nova York, e não tinha aquele calor brasileiro. Havia algo de solidão. Mas, claro, há pessoas que lidam bem com isso. Uma vez perguntei para um garoto de 18 anos se ele tinha algum sonho. Eu tenho sonhos. Alguns caem, outros nascem... Enfim, o cara me disse que não, não tinha sonho. Aquilo me chocou. Como um garoto bonito e jovem não tinha um sonho? Hoje ele tem, graças a Deus. Se o garoto assistisse ao filme hoje, não se identificaria.

Moderador apresenta a mensagem enviada por Sidney_fonseca: O filme mostra uma desesperança muito grande. Você acredita que isso ajude a resgata-la?
Cauã Reymond responde para Sidney_fonseca: Acho que depende da forma como cada um vê o filme. É um retrato de nossa população. Ela não está inteiramente desesperançosa. Eu vejo no filme o retrato de uma fatia da população. Acho que o público pode refletir.

Cauã Reymond fala para a plateia: Assistam ao filme.

Moderador fala para a plateia: O chat do Vídeo Show fica por aqui. Muito obrigado pela participação de todos.

Cauã Reymond cumprimenta os paparazzi, na rua

Cauã Reymond foi flagrado, na tarde desta segunda-feira (24), saindo de um restaurante no Leblon, zona sul do Rio de Janeiro. O ator mostrou que, além de lindo, é simpático, e acenou para os paparazzi.

Fonte: O Fuxico

Simpático, o ator acenou para os fotógrafos

Cauã Reymond bateu perna pelo Leblon, Zona Sul do Rio, nesta segunda-feira, 24. Simpático como sempre, o ator, que estava sem a namorada, Grazi Massafera, ainda acenou para os fotógrafos com aquele sorrisão!


Fonte: Ego

O beauty artist Alê de Souza apresenta na próxima quarta-feira, 26/08, tendências em cortes e penteados para o verão 2010, na 2º edição do Hair Fashion Show.

Inspirado por James Bond e suas Bond Girls, o profissional surpreenderá o público com sua criatividade. Destaque para as tonalidades que Alê usará, pois somadas ao estilo do artista elas darão movimento e muita energia aos visuais.

Débora Secco, Wanessa Camargo e Sheron Menezes, usando modelos da Cia Maritima representarão no desfile os personagens principais do blockbuster. A surpresa da noite ficará por conta de James Bond, que será representado pelo ator Cauã Reymond

“A primeira edição do Hair foi um grande sucesso e é um privilégio integrar essa segunda etapa”, afirma Alê de Souza.

Sobre Alê de Souza:

Alê de Souza é um dos mais conceituados profissionais de beleza do Brasil. Começou sua carreira em 2003, desempenhando a produção de beleza de campanhas publicitárias e desfiles. Durante esse processo, alimentou uma carteira de clientes estreladas e fiéis, como: Fernanda Lima, Mariana Ximenes, Deborah Secco e Grazi Massafera, entre outras. Desde de 2005 Alê é contratado da Rede Globo para atuar como visagista na criação de personagens de novelas, programas e séries.


SERVIÇO:

Hair Fashion Show

Data: 26/08/09

Horário: A partir das 21h – Desfile seguido de coquetel

Local: Jockey Club (Av. Lineu de Paula Machado, 1263 – Cidade Jardim)

Fonte: RedeNotícia

Galãs foram ao lançamento de coleção da Levi's

O lançamento de coleção da Levi's, realizado nesta quinta-feira, 20, em São Paulo, contou com a presença de Bruno Gagliasso, Cauã Reymond e Tico Santa Cruz.

Galisteu chegou à loja do shopping Morumbi vestindo um camisetão como vestido.

Para lançar a coleção, a marca promoveu um coquetel com Johnny Luxo e Paola de Orleans e BragançaLuxo e Paola de Orleans e Bragança nas pick-ups.

Gagliasso não estava na lista, mas perdeu o voo de volta para o Rio e resolveu aproveitar o evento.

Em São Paulo a trabalho, Cauã contou que já está com saudade de Grazi Massafera.

Para usar a camiseta como vestido, Galisteu pediu para sua mãe usá-la para alargar.

Fonte: Ego

Atores a apresentadora marcaram presença no lançamento de coleção da Levi's

O lançamento da coleção de verão da Levi's parou o shopping Morumbi, em São Paulo, na noite desta quinta-feira, 20, com a presença de Adriane Galisteu, Bruno Gagliasso e Cauã Reymond.

As três beldades chegaram praticamente juntas por volta das 21h30 e sobrou flashes, gritinhos, pedidos de autógrafos de fãs que passavam pelo shopping e de convidados da festa.

Cauã Reymond, que tem aparecido em diversos eventos na capital paulista, contou que veio para a festa e também para fazer um trabalho de publicidade, mas já está voltando para o Rio amanhã. "Claro que estou", respondeu ele à pergunta se está com saudade de Grazi.

Bruno Gagliasso não estava nem na lista de convidados do evento, mas, depois de gravar o "Altas Horas", não conseguiu embarcar no voo por causa do mau tempo e acabou dando aquela passadinha básica na festa. "Aproveitei para curtir um pouquinho", disse.

O ator revelou ainda que não deixou de descrever o atraso de seu voo no Twitter. "Já twittei: 'estou preso no aeroporto em São Paulo'", disse. Gagliasso contou que o vício pelo microblog não é compartilhado pela namorada, Giovanna Ewbank. "Eu viciei. Ela não tem e não gosta, mas eu gosto."

Galisteu vai só de camisetão


O brilho feminino da noite ficou por conta de Adriane Galisteu, que compareceu à loja da Levi's vestindo uma camiseta como vestido e apenas um colete jeans por cima de tudo.

A apresentadora revelou que esse será seu look para a próxima estação. "Essa é a minha tendência para o próximo verão: usar camiseta como vestido", contou. Quer usar o visual de Galisteu mas a camiseta não é grande o suficiente, tem um truque que a loira revela. "Se a camiseta for muito curta, você põe em alguém meio gordinho para dar uma esticada e vai puxando. Minha mãe vestiu essa camiseta por dois dias para eu estar aqui hoje", disse aos risos

Fonte: Ego

O empenho de Cauã Reymond de divulgar filmes dos quais participa, segundo reportagem da Folha Online, parece ajudá-lo a cair nas graças do diretor do longa-metragem "Se Nada Mais Der Certo", José Eduardo Belmonte. No vídeo a seguir, o cineasta diz que o ator, famoso por sua atuação em novelas, foi "um achado" e que um provável "processo conflituoso" entre eles se transformou numa "química muito boa".

Veja também o comentário do ator sobre seu personagem no filme, em cartaz desde o último fim de semana. A produção mostra a história de quatro jovens que se envolvem para dar um golpe e acabam desenvolvendo laços afetivos entre si.


Fonte: Folha OnLine

Encontro foi mediado pelo cineasta Fernando Meirelles

Cauã Reymond e Caco Ciocler participaram do debate sobre o filme “Se nada mais der certo” nesta terça-feira, 18, no HSBC Belas Artes, em São Paulo. Após a exibição do longa, o público pode debater sobre a produção. Além doas atores, participaram do encontro o diretor do filme José Eduardo Belmonte e o cineasta Fernando Meirelles – idealizador do projeto.

Cauã Reymond participou do debate sobre o filme 'Se nada mais der certo' nesta terça-feira, 18

Cauã e Caco Ciocler no HSBC Belas Artes, em São Paulo
Caco Ciocler e o cineasta Fernando Meirelles, que é o idealizador do projeto

Fonte: Ego

A ex-miss Brasil Natália Guimarães e o ator Cauã Reymond foram alguns dos famosos que movimentaram a ponte aérea nesta terça-feira, 18. Zezé Di Camargo e Luciano também circularam pelo aeroporto Santos Dumont, onde tiraram fotos com fãs, assim como Caco Ciocler, Chico Anísio, de cadeira de rodas, Cássio Reis, Júlia Lemmertz e Amin Khader.

Natália Guimarães e Cauã Reymond


Fonte: Ego

Ator curtiu as ondas cariocas nesta terça-feira, 18

Cauã Reymond aproveitou a terça-feira, 18, para surfar. O ator foi clicado depois que saiu do mar, na Praia do Pepê, na Barra da Tijuca, Zona Oeste do Rio.

Fonte: Ego

O Cine Clube Nextel exibe no amanhã, dia 18, o longa Se Nada Mais Der Certo, às 19h, no HSBC Belas Artes. Logo após, o público poderá participar do debate sobre a produção, que terá a presença do diretor José Eduardo Belmonte e do ator Cauã Reymond e mediação do cineasta Fernando Meirelles, idealizador do projeto.

O Cine Clube Nextel promove encontro entre platéia, diretor e protagonista e tem como objetivo divulgar e estimular o cinema nacional, ao aproximar os telespectadores dos diretores e elenco das produções brasileiras. O ingresso tem preço popular de R$ 4,00 (sessão debate), um atrativo a mais na ação.

Esse será o terceiro encontro do projeto, resultado da parceria entre a operadora e o cineasta Fernando Meirelles, que além de estar à frente da curadoria, será o mediador dos outros dois encontros que serão realizados durante este ano.

Além de Cauã Reymond, Se Nada Mais Der Certo tem no elenco grandes nomes como Leandra Leal, Luíza Mariani, João Miguel e Caroline Abras. O longa ganhou três troféus no Festival do Rio, nas categorias de Melhor Filme, Melhor Atriz (Caroline Abras) e Melhor Roteiro.

Sinopse:

Em "Se nada mais der certo", ele acompanha o mergulho de Leo (Cauã), um jornalista que perdeu seus ideais, no submundo do crime, depois que o repórter se vê sem condições de se sustentar e de cuidar de uma jovem dependente química (Luiza Mariani) e de seu filho pequeno. Em sua entrada no crime, ele será escoltado por um taxista (João Miguel) e por Marcin, uma personagem andrógina, que parece ser hermafrodita, vivida por Caroline Abras, estrela do curta-metragem "Alguma coisa assim". Belmonte foi especialmente feliz na escolha do elenco, calçado por dois de seus habituais parceiros: Murilo Grossi e Milhem Cortez, perfeito no papel de um travesti.

Com a secura do "Pat Garret & Billy The Kid", de Peckinpah, Belmonte persegue questões que marcam sua obra, entre elas, a procura por novos arranjos de família, para além dos clichês da insituição. Cronista do lado intersticial das selvas urbanas, Belmonte faz de Cauã seu Steve McQueen (em referência a "Os implacáveis"), um astro capaz de mesclar virilidade e fragilidade na mesma expressão.

Serviço:
Cine Clube Nextel
Exibição: Se Nada Mais Der Certo
Data: 18 de agosto de 2009 às 19h
Local: HSBC Belas Artes - Rua da Consolação, 2.423 - Consolação
Valor do ingresso - Sessão debate = R$4,00 (inteira)

Não há um único dia em que Cauã Reymond não tenha que responder a algum jornalista sobre seu relacionamento com Grazi Massafera.

— A cada cinco minutos me perguntam isso — diz o ator, que diferentemente de vários de seus colegas leva o assédio na esportiva. Tudo porque ele aprendeu direitinho o métier.

No filme “Se nada mais der certo”, de José Eduardo Belmonte, que estreou ontem, ele vive Leo, um repórter que tem que entrevistar uma modelo e disparar a questão: “Como vai o seu coraçãozinho?”.

— Confesso que depois do longa passei a ter mais compaixão pelos jornalistas — conta, bem-humorado.
A vida de Leo não é fácil. Infeliz e mal remunerado, tem que se virar para pagar as contas, cuidar da mulher deprimida (Luiza Mariani) e de seu filho, e acaba no meio de uma trama perigosa. Junto com Marcin (Caroline Abras) e Wilson (João Miguel), resolve aplicar um golpe em bandidos para sair da pindaíba. Mas nem tudo dá certo.

Para Cauã, Leo caiu na criminalidade por opção.

— Não é falta de oportunidade. Ele faz a sua escolha. Ninguém é forçado a fazer nada na vida — diz o ator, que confessa: — Interpretar o criminoso é mais charmoso.

Para compor Leo, Cauã teve que aprender a fumar e frequentou a noite paulistana.

— Sofri com tosse, sinusite e fiquei com vontade de continuar fumando, mas consegui superar o vício.

A falta de grana do personagem também foi algo comum entre os dois.

— Passei vários apertos quando morei em Nova York para estudar interpretação. Ganhava 20 dólares por dia dando aula de jiu-jítsu. Foi difícil — lembra o ator, que não tinha direito nem a ficar doente: — Na hora do vamos ver, o corpo dá conta.

Fonte: Extra

Cauã Reymond é o protagonista de um ensaio da revista Poder. O ator ainda conversou com a publicação sobre sua carreira. Ele disse que sentiu preconceito no começo, mas que isso o ajudou a crescer.
"O preconceito para mim foi necessário. Me provocou, me levou a correr riscos, a buscar novas cores. Sou movido pela inquietude", lembrou o ator, que posou para fotos de J.R.Duran.
Reymond acredita que seu talento foi provado recentemente, enquanto interpretava Halley na novela A Favorita. "A novela foi realmente um divisor de águas. A transição da malandragem à hombridade do personagem foi muito difícil", opinou.



Fonte: Terra Diversão


A arte imita a vida! O título desse post é a pergunta que o repórter interpretado pelo ator CAUÃ REYMOND no filme Se Nada Mais Der Certo, de JOSÉ EDUARDO BELMONTE, sempre faz para os famosos. Nada muito diferente das perguntas que o moreno tem de responder a toda hora sobre seu relacionamento com a atriz GRAZI MASSAFERA.

Pois não é que, em função do personagem, o moço disse ao Diário de São Paulo que ficou mais compreensivo com a imprensa?

— Confesso que depois do longa passei a ter mais compaixão com jornalistas — revelou.

Semana passada, em Bento Gonçalves, Grazi também disse ao blog que leva numa boa as perguntas sobre sua vida pessoal.
Fonte: ClicRBS - TELA PLANA

Cauã Reymond faz ensaio com J. R. Duran

Cauã Reymond pousou para as lentes do fotógrafo J.R. Duran, na 18ª edição da Revista Poder. Além das fotos, o galã global conta sobre sua carreira e classifica seu personagem Halley, de A Favorita, como um amadurecimento profissional.
“A novela foi realmente um divisor de águas. A transição da malandragem à hombridade do personagem foi muito difícil. Foram horas e horas dentro do quarto fechado, muitas noites sem dormir”, revelou o ator.
Cauã começou sua carreira de ator em Malhação. Além disso, ele é bicampeão brasileiro de jiu-jitsu e ex-modelo. Dono de um físico invejável e surfista por hobby, Cauã caiu nas graças de consagrados diretores e atores, como Fernando Meirelles, Heitor Dhalia, Mauro Lima, José Eduardo Belmonte, Selton Mello e Rodrigo Santoro.
Em 2010, o ator estará mais uma vez no telão, com seu novo filme Reis e Ratos, do cineasta Mauro Lima. Ele já tem sete filmes no currículo, incluindo À Deriva, de Heitor Dhalia, Reis e Não Se Pode Viver Sem Amor, de Jorge Durán.


Fonte: O Fuxico

Melhor filme no Cine Ceará e no Festival do Rio, além de ter levado outros prêmios nestes dois eventos, o longa de José Eduardo Belmonte chega hoje às telas. João Miguel, Caroline Abras e Cauã Reymond (foto) são três amigos que, precisando de dinheiro, acabam se envolvendo em atividades criminosas.
Fonte: Destak Jornal


Diretor: José Eduardo Belmonte

Elenco: Cauã Reymond, João Miguel, Caroline Abras, Luiza Mariane, Milhem Cortaz, Eucir de Souza, Murilo Grossi, Leandra Leal, Adriana Lodi, Luisa Micheletti, Tainá Müller, Justine Otondo, Roberta Rodrigues, Mariah Teixeira.
Duração: 120 min.
País: Brasil

Gênero: Drama

Sinopse: Leo (Cauã Reymond) é um jornalista endividado, que faz alguns trabalhos esporádicos, pelos quais não recebe pagamento. Falta-lhe dinheiro para tudo: aluguel, para a esposa anoréxica e viciada, o filho dela, o salário da empregada. Para tentar sanar suas dívidas, ele acaba se envolvendo em golpes armados por Marcin (Caroline Abras), um ser andrógeno.

Filme de José Eduardo Belmonte expõe drama da falta de esperança num mundo sem identidade


Cauã Reymond, Caroline Abras e Luiza Mariani em cena de "Se Nada Mais Der Certo". Foto: Divulgação

SÃO PAULO - Muita coisa em "Se Nada Mais Der Certo" evoca o cinema de John Cassavetes. O sentido de improviso, a câmera solta e sempre junto aos atores, a intensidade. No entanto, o paulistano, criado em Brasília, José Eduardo Belmonte, diz que são coincidências. Esse é o seu cinema mesmo e ele só viu Cassavetes depois de ter estabelecido seu estilo. Belmonte prefere dizer que recebe influência mais direta do jazz, que, por acaso, era também importante para Cassavetes. Ambos admiram a música que se improvisa em torno de algumas células, a arte que se vai criando à medida mesmo em que é feita, sem um ponto de chegada fechado. Importa mais o caminho, como para Charlie Parker ou John Coltrane. Parker, convém lembrar, era modelo de artista para um escritor como Julio Cortázar, numa prova (se necessária fosse) da comunicabilidade permanente entre as artes e artistas. Mas, para Belmonte, há outro ponto de referência muito claro: "O importante, para mim, são os atores mesmo. São eles que determinam para onde o filme vai e até mesmo a maneira como é feito."

Veja também:
Trailer de 'Se Nada Mais Der Certo'

O que exige entrega. E isso não tem faltado aos elencos de Belmonte, que está em seu quarto longa-metragem. Os outros três - "Subterrâneos" (2004), "A Concepção" (2005) e "Meu Mundo em Perigo" (2007) - ajudaram a forjar uma ideia de "família". Atores que se reúnem em torno de um projeto comum e a ele se dedicam de maneira integral. O guru, se o termo cabe, dessas empreitadas é Belmonte, que não esconde uma vocação religiosa, no sentido mais amplo do termo. Ele brinca: "Frequentei seminário e não segui adiante na carreira de sacerdote porque descobri que padre não casa, e aí não dá pé", ri.

No entanto, guardou algo dessa espiritualidade, que transformou em exigência laica, mas nem por isso menos rigorosa: "Acho que procuro alguma espécie de iluminação, alguma transcendência com meus filmes; não deixo por menos", diz. Essa transcendência, ele vem descobrindo de maneira oblíqua, pode-se dizer, porque se é verdade que seus filmes formam um conjunto, eles podem ser chamados de tetralogia da crise, como faz o próprio diretor. Não se trata de buscar unidade onde ela não existe, mas de reconhecer que as obras vão se seguindo, uma após outra, como formas diferentes e progressivas de enfrentar as mesmas questões. Uma delas, talvez a mais premente: a crise da juventude, que se desdobra na questão de uma identidade sempre problemática.

"O engraçado é que nem eu havia percebido isso, até que foi apontado por um crítico", diz o diretor. "Há sempre nos meus filmes, pelo menos até agora, esse relacionamento problemático com a identidade, com o próprio documento mesmo." O ápice dessa vertente aparece em "A Concepção", com os membros da comunidade queimando os seus RGs como forma simbólica de negação do próprio Eu. Mas a questão dos documentos de identidade aparecem em todos os outros filmes. É uma repetição inconsciente do diretor e, quando acontece esse tipo de coisa, em geral é porque se tocou, sem querer, naquilo que incomoda e que insiste como falha da sociedade contemporânea. A ascese de Belmonte procura alguma luz nessa treva: quem somos, num mundo progressivamente impessoal e solitário, apesar da proliferação de meios de comunicação e sites de relacionamento?

A questão explode na pequena história exemplar de "Se Nada Mais Der Certo". Cauã Reymond é Léo, um jornalista desempregado que se une a uma traficante lésbica, Marcin (Caroline Abras) e um taxista, Wilson (João Miguel). Há uma ambivalência moral latente em tudo o que acontece. É como se o diretor dissesse que o caminho da lei e o do crime são separados por uma fronteira tênue demais para ser percebida em situações de desespero. Todos precisam de dinheiro, todos se encontram em um ambiente em que padrões rígidos de comportamento não valem de modo absoluto. E, aqui, o filme se enlaça, de maneira incisiva, na vertente da crítica social, ao mostrar que valores frouxos, com a confusão permanente entre o público e o privado, acabam se espraiando por toda a sociedade. Não se trata de ser amoral. Apenas expressa a recusa de cobrar comportamentos morais do andar de baixo da sociedade enquanto o andar de cima se refestela em seu vale-tudo habitual. "Eu sinto Se Nada Mais Der Certo como um filme eminentemente político", diz Belmonte.

E às vezes é diretamente político mesmo. Por exemplo, quando incorpora em cena imagens do debate na campanha presidencial entre Lula e Alckmin. Ou quando, na sequência mais polêmica, o trio resolve praticar um assalto e se disfarça atrás de máscaras que reproduzem as feições de Sarney, FHC e Collor. Antes mesmo de o filme ser lançado, um clipe com essa cena circulou no YouTube e chegou ao conhecimento do Congresso. "O senador Arthur Virgilio (PSDB-AM) cobrou do então ministro da Cultura Gilberto Gil explicações sobre o financiamento do filme, sob alegação de que havia desacato ao presidente de honra do partido dele numa obra que contava com dinheiro público."

Acontece que se o filme de Belmonte é político nem por isso é partidário. É sobre a desesperança de maneira geral, mas em especial entre jovens. E essa desesperança abrange o campo político, como não poderia deixar de ser, até porque os próprios políticos não se cansam de dar motivo para isso.


Fonte: Estadão - Caderno 2 Cinema